26/05/2011 15h45 – Atualizado em 26/05/2011 17h04

Pet 10 anos: ‘Muitos craques não têm um momento como aquele gol’

Do abandono da concentração à curva da bola, sérvio relembra emoções de 2001. Camisa 10 também fala sobre despedida e planos de ser técnico

Por Janir Júnior e Luciano Cordeiro Ribeiro Rio de Janeiro

 Petkovic ironiza quem atribui à sorte seu histórico gol de falta há dez anos.  O jogador deixou o frio da antiga Iugoslávia para trás, passou pela Europa, chegou ao Brasil e defendeu o Vitória. Mas foi em outro Rubro-Negro que sua vida mudou para sempre. O marco foi o dia 27 de maio de 2001. O Maracanã como palco. No roteiro, superação e emoção até o fim. No estádio, milhares de testemunhas viram o Flamengo conquistar o tricampeonato com uma cobrança mágica de longe, aos 43 do segundo tempo.

Para Pet, não apenas testemunhas, mas também responsáveis por dar direção à curva que a bola fez para entrar no espaço possível entre os dedos de Helton e a trave.

– A bola tomou aquela energia por conta da vibração da torcida, pois todo mundo acreditou no gol naquele momento. Acho que os torcedores levaram a bola para aquele ângulo – declarou Petkovic.

O sérvio lembra as promessas não cumpridas pela diretoria dos pagamentos de salários atrasados, o abandono da concentração às vésperas da decisão, a mística da camisa 10 de Zico, e a semelhança do gol com o da final da Copa dos Campeões, contra o São Paulo.

– Pouco depois tive de fazer outro, para mostrar que não foi sorte.

Petkovic durante entrevista (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)Pet está rindo à toa com as emoções desta agitada semana (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)

 

Pet vive um carrossel de emoções. Na noite desta quinta-feira, lançará no Brasil o documentário “O Gringo”, sobre sua vida; na sexta, a data marcante dos 10 anos do gol de falta; e no próximo dia 5, contra o Corinthians, no Engenhão, sua despedida oficial do Flamengo.

– Essa torcida merece.

Você disse que já assistiu ao teipe do gol de falta milhões de vezes. O que enxerga de diferente a cada vez que recorda o lance?

Você não reage sempre da mesma maneira. Depende de quantas vezes assisto, em que momento, onde estou vendo, quem está te mostrando. Um dia desses, vi três vezes, pois pessoas na rua mostraram para mim no celular. Aí, é diferente. Isso acontece quase todo dia, o torcedor do Flamengo mostra a todo instante e agradece. Existem várias cópias e edições que fizeram… A torcida, a narração, realmente fazem voltar lembranças. Dez anos se passaram, mas parece que aconteceu ontem. A torcida vive como se fosse uma coisa recente. Vai ficar por um longo período na história. Arrepia até hoje, mesmo anos e anos depois.

E qual a lembrança mais forte do dia 27 de maio de 2001?

Não tem apenas uma lembrança. Foi uma coisa muito marcante, cheia de emoções que nos preencheram de maneiras diferentes. Posteriormente, pude perceber que aquele momento foi uma erupção de emoções. Mas durante o jogo, depois do gol de falta e da alegria, você fica com medo, vem a tremedeira. A partida não acaba, se o Vasco fizer um gol acaba com tudo isso, não pode acontecer. Eu quis fazer o gol, tenho competência, treinei… Mas a importância daquele gol só veio depois, quando percebi o que significou na minha vida e na de tantas famílias. Sempre encontro alguém que conta uma história, não imaginava o que eles viveram naquele momento. Pude ver como o futebol mexe com a cabeça, as emoções e a vida das pessoas. Sou muito afortunado por ter sido o principal causador de uma coisa tão importante e com tantas emoções diretamente na vida de tantos torcedores do Flamengo.

O que passou pela sua cabeça antes e no momento exato da cobrança da falta?

Helton Gol Petkovic Flamengo x Vasco 2001 (Foto: Hipólito Pereira / O Globo)Helton passou perto, mas não conseguiu evitar a festa rubro-negra (Foto: Hipólito Pereira / O Globo)

 

Lembro da minha concentração na hora da falta, o pensamento de que é agora ou nunca. Imaginei a trajetória da bola, por onde ela tinha que passar. Depois, a erupção, a corrida, minha caída de costas na comemoração. Foi um tombo forte, fiquei dolorido durante uma semana.  Depois, vem a lembrança de como foi minha atuação na partida, muitas coisas, o que antecedeu e o que aconteceu depois. Muitos craques e jogadores melhores tiveram uma carreira grandiosa, fizeram muitos jogos bons, conquistaram títulos, mas não têm um momento que podem destacar. Tenho alguns momentos desses, que foram um trampolim. O gol de falta foi na metade da minha carreira, e fez um ponto importante, que pulou para cima. Talvez isso diferencie minha carreira da de outros craques. Esse momento poucos  tiveram.

Como aquela bola entrou?

Bati como tinha que bater na bola, de cima para baixo, levantei, ela fez uma curva num ângulo muito bom. Estava um pouco longe. Normalmente, daquela distância, o jogador bate mais forte, dá uma pancada. Bati como se fosse mais perto. Ela tomou aquela energia por conta da vibração da torcida, pois todo mundo acreditou no gol naquele momento, e acho que levaram a bola para aquele ângulo, para tocar nos dedinhos da luva do Helton e dar aquela alegria para todos nós.

Você consegue imaginar como seria sua vida se aquela bola não tivesse entrado?

O talvez não existe. Tem o que acontece ou não. Não penso nisso. Não penso o que faria se não fosse jogador, por exemplo. Aceito meu destino, aquilo que Deus pensou quando plantou minha semente. Tento realizar tudo com muito esforço, dedicação. A única coisa que sempre pedi a Deus foi ter força para realizar o que foi pensado para mim. Deus me guiou bem, eu soube aproveitar da melhor maneira, mesmo tendo perdido algumas coisas e errado em outras.

Quase que você ficou fora do segundo jogo da decisão. Como foi essa história, a polêmica e a importância do seu amigo Wilsão, que fez com que você mudasse de ideia?

Depois do primeiro jogo da final, pagaram a todos, menos a mim. Disseram que, como me deviam oito meses, eu receberia dois de uma vez só. Foi a primeira coisa  gentil que eu ouvi. Depois, vi que era mentira. Fiquei chateado, apelei mesmo”

Foi na sexta-feira, dia 25 de maio. Aconteceu um episódio antes mesmo da primeira partida, quando fiz um gol na derrota por 2 a 1. O Flamengo tinha problemas financeiros, que já naquela época não eram novos, eram comuns. Mas existiam promessas sempre antes de jogos decisivos e importantes. O clube fazia isso para deixar os jogadores mais tranquilos. Tinham prometido efetuar alguns pagamentos e não fizeram. Fomos para o primeiro jogo, a diretoria disse que pagaria na segunda-feira. Todo mundo acreditou, ficamos um pouco mais tranquilos, apesar de estarmos há meses sem receber. Na terça-feira, depois da primeira partida, pagaram todo mundo, menos a mim. Fui perguntar o que aconteceu e os dirigentes disseram: “Ah, para você devemos oito meses, para os outros três, quatro, então decidimos que é justo pagar dois meses de atraso. Vamos pagar na quinta”. Muito bom, naquele momento era a primeira coisa, digamos, boa, gentil, lógica que escutei. Chegou quinta e não aconteceu. Eles falaram que seria no dia seguinte. Na sexta, disseram que seria na outra semana. Aí vi que era mentira. Fiquei chateado, apelei mesmo, briguei com eles e fui embora para casa, não fui para concentração. Liguei para o meu amigo (Wilsão), falei que não ia jogar. Ele tentou me convencer, ficamos juntos até meia-noite, quando ele conseguiu me convencer que estava jogando pela torcida, que os dirigentes eram passageiros. O Wilsão me disse para depois do jogo explicar para todo mundo, ir embora, mas conversou comigo, falou: “Sem você nossas chances diminuem ainda mais”. Falei “tá bom”. Fui para concentração, cheguei ao restaurante por volta de 0h30m, estava toda cúpula do futebol. Sem falar com eles, sentei numa mesa. O gerente de futebol (Chimello) veio falar comigo e perguntou: “Parceiro, estamos dentro?”. Respondi: “sS não estivesse, eu viria para cá?!”. Ele pediu desculpas e falou: “Está com fome, quer jantar?”. Eu disse: “Não vim aqui falar com vocês, lógico que quero jantar”. Ele pediu para sentar, deixei, mas avisei que os outros nem deveriam se aproximar. Jantei e fui dormir.

Como foi a reação do grupo?

No dia seguinte, sem falar com ninguém, fui treinar.  Zagallo entendeu toda situação. Se não fosse a experiência dele, poderia simplesmente jogar a culpa no jogador. Mas ele achava que eu era importante para o time, perguntou se eu queria jogar e eu disse: “Claro”. “Então vamos para dentro. Sei que você fará o melhor possível”, o Zagallo respondeu. O Maurinho, meu parceiro de quarto, estava preocupado, me ligou um milhão de vezes: “Estava onde, está maluco?”.  “Tô, mas eu vim”. Todos os companheiros entenderam, pois eles estavam chateados. O Julio César falou: “Vamos lá, depois a gente quebra com eles”. Descansei bem, fui para o jogo e deu no que deu. Fomos campeões, aí não tinha como, eles tinham que pagar o dinheiro que deviam. Depois arrumaram dinheiro, não sei se foi com patrocinador. E passaram o cheque com fundos, mas porque não era do Flamengo, mas sim do patrocinador.

E os seus problemas com o Edílson?

(Muda o semblante e interrompe). Não tinha problema com Edílson, foi depois…

Então, o que você acha de o Edílson ter declarado que gostaria que aquela falta tivesse batido na trave e sobrado para ele, que faria seu terceiro gol na partida?

(Risos). É brincadeira dele. Edílson foi muito bom jogador, ajudou o Flamengo, foi artilheiro. Eu fiz muitas assistências para ele. Acho que coloquei o Edílson na Seleção naquela época. Não só ele como o Juan. Dos gols que o Edílson fez, 90% das assistências foram minhas. Juan também ia de cabeça nos escanteios, dei muitos passes. Tínhamos um time muito bom. Depois, logicamente, Edílson tinha brigado com um e com outro, teve a discussão comigo… Só que comigo toma dimensão maior do que com os demais. Ele já tinha brigado com outros jogadores de menor expressão. Mas se brigam dois jogadores mais importantes, os craques do time, todos querem se meter. Mesmo com toda essa discussão, no dia seguinte, já dava passes para fazer gols. Meu lema é o time. Vou dar o passe para ele, mas não preciso falar, posso brigar, acontece. Você briga com seu amigo, imagina com um colega de trabalho. Depois, isso foi superado. Ganhamos o Carioca, a Copa dos Campeões. Ganharíamos a Mercosul, mas a final foi adiada por conta de problemas na Argentina. O jogo foi marcado para janeiro, depois das férias, fomos despreparados. Edílson não jogou, pois tinha sido expulso na partida anterior. Ele era bom jogador, independentemente de qualquer coisa, importante para o time.

Pouco depois do tri, você marcou um gol muito semelhante na final da Copa dos Campeões contra o São Paulo, e o Flamengo acabou sendo campeão novamente.

Foi praticamente idêntico, mas nem gêmeos são idênticos. Mas aquele gol foi praticamente igual, muito semelhante: posição, chute, ângulo, a curva na bola. Diferente foram o time e o goleiro. Antes disso, já tinha marcado uns três, quatro gols da mesma maneira. Ninguém lembra porque não era uma final, não tinha a mesma importância. Fiz contra o Fluminense, Guarani, Juventude, Gama. Para mostrar que não era sorte, tive que fazer outro para mostrar isso. E foi contra um grande time que era o São Paulo, com Rogério Ceni, um grande goleiro. Mostra minha competência nas batidas de falta. Hoje, podemos dizer que não foi sorte.

Mas, na final contra o Vasco, você teve outras três cobranças de falta que nem passaram perto do gol…

Lembro de uma que foi para fora, outra que  bateu na barreira. Mas essa da barreira ia no gol. Quando chutei, falei “vai”. Mas acho que o Torres tirou de cabeça. A última era mais longe. E entrou.

Você guarda o uniforme daquele jogo?

A camisa e a chuteira, sim, ficam num pequeno museu em casa. O resto roubaram tudo no vestiário, meião, calção…

E como nasceu sua identificação com o número 10?

Vem desde criança. Sempre usei, desde as divisões de base do meu país. Quando eu não usei a 10 eu quase não fui bem. Quando não queriam me dar. Cheguei ao Real Madrid já tinha o 10, pois lá era numeração fixa, como é aqui no Brasil agora. Aí quebrei o pé no Real. No Fluminense, usei o número 8 no primeiro ano, mas joguei bem. O Felipe já era o camisa 10, aí me ofereceram a 8. Respeitei a situação.

Mas no Flamengo a mística da camisa 10 é ainda maior.

Petkovic durante entrevista (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)Pet acha que será bom técnico: ‘engano todo mundo’
(Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)

Quando cheguei ao clube, em 2000, não imaginava o tamanho da encrenca em que eu estava me metendo com a camisa 10, do Flamengo e de Zico. O Zico era meu ídolo, mas eu não sabia da importância, dos gols, do significado grande que ele tinha. Aceitei isso. Quando comecei a entender, conheci a história. Minha preocupação foi a de não sujar e honrar esta camisa. Fiquei feliz quando fizeram as comparações com o Zico, uma honra. Mas jornalistas e torcida às vezes exageram e criticam demais. Mas, depois de tanto tempo, essa identificação com a camisa é muito gratificante. Agradeci publicamente ao Zico por tudo de bom que falou de mim.

Você acha que consegue fazer um golzinho de falta na sua despedida?

Não penso sobre isso, penso que será um grande jogo contra o Corinthians, à vera, gostaria de conquistar os três pontos. Imagino que será um belo espetáculo, um bom dia, ficarei feliz, mas independentemente da minha atuação, a torcida terá oportunidade de me ver pela última vez como jogador profissional. Vou me despedir, essa torcida merece. Sempre me deram muito carinho e apoio. Ultimamente, disse que jogava pela torcida. Eles queriam que eu jogasse mais, eu também queria, mas infelizmente não deu.

E depois de encerrada a carreira como jogador, qual será o futuro do Pet?

Vou continuar com a minha vida profissional no futebol. Tenho contrato com o Flamengo, tenho que honrar meu compromisso. Vou ajudar e contribuir com que eles acharem bom eu fazer. Quando acabar, vou ser técnico.

Como será o Pet técnico? ‘Chato’ como foi o jogador?

Essas coisas mudam com o tempo, com a experiência. Não sei se vocês concordam, mas estou mais controlado, antes era mais nervoso, mais marrento, pois queria o resultado melhor para o time. Aprendi muito nesses anos. A gente muda. Mais novo, a gente olha muito para si, e depois para a instituição. De alguns anos para cá, coloquei o grupo em primeiro lugar. Quando você cobra, muitas vezes tem que engolir ou explicar. É preciso aprender a lidar com colegas, profissionais. Somos todos iguais, mas nem todos reagem às críticas e elogios da mesma maneira. Aprendi muito com meus técnicos. Quem me conhece acha que tenho competência e perfil para ser técnico. Vou tentar retribuir tudo que o futebol me deu. Os garotos poderão se espelhar no exemplo que eu fui, minha trajetória, dedicação profissional. Quero mostrar uma visão diferente e moderna do futebol. A experiência de vestiário conta muito numa carreira de 23 anos como profissional. Como sou um cara inteligente e consegui enganar todo mundo, acho que vou continuar enganando.

Como o Pet treinador reagiria se na sexta-feira à noite antes de uma decisão um jogador não aparecesse na concentração?

Essa coisa aconteceu em 2001, quando o presidente era Edmundo dos Santos Silva. Tivemos problemas disciplinares por causa da insatisfação. Na época, eles perguntavam o que deveriam fazer. Como vou cobrar se estou devendo? Se não pago há mais de dois meses, não posso mandar embora, não posso punir, pois o jogador tem direito de não aparecer. Disse para o Edmundo perguntar quem não estava satisfeito. Garanti que ninguém iria se pronunciar. Quem estivesse insatisfeito, que saísse. Quem não estivesse, ficaria no compromisso. Então, a diretoria bateria o punho na mesa, dizendo que eles deveriam ser profissionais, como se estivessem com salários em dia e fossem os mais bem pagos do mundo. Os dirigentes fizeram exatamente isso, ninguém falou nada,  e nos salvamos do rebaixamento em 2001.

Quando você voltou, em 2009, poucos apostaram que poderia dar certo. Como superou a rejeição inicial?

Eu acreditava, e isso era o que importava. E falei isso na época. Minha volta começou com duas pessoas, passou para quatro, seis, oito, dez… Aumentava porque cada um tinha sua visão. No final, todo mundo veio no mesmo entendimento. Conseguimos um acordo que era muito bom para o Flamengo, bom para torcida, que queria que eu voltasse, bom para mim. Fiz praticamente de tudo para que minha volta acontecesse. “Vou voltar, vou ser o melhor jogador e vamos ganhar títulos”, eu disse. Falavam que eu estava dizendo isso da boca para fora. Eu disse que não, que via a equipe, que faltava uma peça como eu, que estava muito bem fisicamente, com vontade enorme de jogar. Meu irmão me perguntou como eu aturava tudo aquilo, que era humilhação, um cara lá não te quer. Humilhação não é. Um não me quer, mas a torcida, sim. Sabia que poderia ser importante, mesmo que só nos treinamentos para ensinar os mais jovens. Eu voltei, estava feliz todo dia, mesmo sem jogar, no banco, sem entrar… Liberei o Flamengo de penhoras, com esse dinheiro poderiam pagar outros jogadores. Comecei a receber só em 2010, fiz esse acordo também. Ajudava pra caramba o clube. Meu empresário disse: ‘Vamos pensar na pior hipótese: e se você for lá e não jogar nenhum minuto?” Respondi: “Pode acontecer. Estou preparado para isso, mas essa não é a pior hipótese. Pior é se eu não jogar bem. Mas essa hipótese não existe: Vou jogar bem”. A energia que levou aquela bola em 2001 levou o time dessa vez. Deu certo.

O que deu errado em 2010 que fez com que seu ano fosse totalmente diferente de 2009?

Isso a gente não vai falar agora, pois não é momento de dar Ibope para quem não merece.

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Sobre REGINALDO GERMANO

Reginaldo da Silva Germano, nascido em 21 de Setembro de 1954, na Cidade do Rio de Janeiro, no Bairro de Acari, Casado pai de quatro filhos, Avô de seis netos, com formação superior incompleta, Radialista, Ex-Deputado Federal por dois mandatos, Pastor Evangélico, Fundador e Presidente da Igreja do Evangelho e do Amor de DEUS, situada na Rua Tonico de Pina, 440, Cidade de Anápolis, Estado de Goiás, Brasil.
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