No Twitter, deputados defendem valores do mínimo

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria EconomiaPolítica

 

Desde a madrugada e o começo da manhã desta quarta-feira (16), deputados federais anunciam em textos curtos no Twitter o clima de embate entre oposição e governo provocado pela votação do salário mínimo. Na lista dos tuiteiros, há quem tenha simplesmente anunciado o voto ou defendido uma tese em 140 caracteres.

Veja a reportagem completa e o que disseram alguns dos deputados.

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Enquanto líder do governo fala, sindicalistas fazem manifestação

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria Política

 

Em ritmo de carnaval, sindicalistas percorriam em fila – uns com as mãos nos ombros dos outros – o Salão Verde da Câmara enquanto o líder do governo Cândido Vacarezza (PT-SP) concedia entrevistas.

Eles cantavam trechos de conhecidos sambas com frases como “Dilma, me dá um dinheiro aí” e “Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”.

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Líder do governo nega ameaça a parlamentares

qua, 16/02/11
por gpinheiro |
categoria Política

 

O líder do governo, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), se reuniu na manhã desta quarta-feira (16) com os ministros da Casa Civil, Antônio Palocci, e de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, para fazer um balanço dos votos com que o governo conta para a votação do salário mínimo nesta tarde.

Segundo o líder, o governo tem um margem bem confortável. “Estamos confiantes, mas não vamos baixar a guarda”, afirmou.

Ele negou que o governo tenha feito barganha ou ameaçado parlamentares que votem contra a proposta de R$ 545 para o salário mínimo.

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ACM Neto diz que governo transformou votação em ‘cavalo de batalha’

qua, 16/02/11
por gpinheiro |
categoria Política

 

O líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto (BA), disse que o governo transformou a votação do salário mínimo em um “cavalo de batalha” para mostrar que tem força. Ele disse que o governo está construindo a vitória por meio de ameaças a deputados e ministros.

“O lance do governo é mostrar sua força com ameaças. Quem não vota com o governo, não tem cargos, não tem emendas”, afirmou.

Segundo ele, o governo transformou a negociação em um “balcão de emendas” para conquista apoio de deputados da base aliada contrários ao mínimo de R$ 545.

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Centrais já se articulam para derrubar proposta do governo no Senado

qua, 16/02/11
por gpinheiro |
categoria Política

 

As centrais sindicais, prevendo a derrota da proposta de aumento do salário mínimo para R$ 560, já se articulam para tentar derrubar a proposta do governo de R$ 545 no Senado.

Segundo, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, as centrais sindicais vão apoiar a proposta do senador Paulo Paim (PT-RS), que pretende apresentar um projeto com aumento superior ao estipulado pelo governo.

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Vaccarezza e ACM Neto divergem sobre justificativas para mínimo

qua, 16/02/11
por ardilhes.moreira |
categoria EconomiaPolítica

 

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza, e o líder do DEM, ACM Neto, debateram na manhã desta quarta-feira (16) as justificativas para as diferentes propostas de aumento para o salário mínimo. Em entrevista para a Globo News, Vaccarezza disse que o valor de R$ 600 não é viável e foi rejeitado pelo eleitor nas urnas. “Não adianta vir com demagogia”, disse sobre a proposta da oposição. Ele citou que será neste ano o governo vai fazer o reajuste da tabela do Imposto de Renda e do Bolsa Família.

O líder do DEM diz que a oposição fez a análise do impacto do aumento e defende corte de despesas desnecessárias dentro do governo. “A gente sabe que as receitas serão superiores e darão de sobra para pagar”, disse. Ele lembrou que, na campanha, a então candidata Dilma Rousseff disse que não faria ajuste fiscal e, na opinião do deputado, ela está fazendo. Vaccarezza criticou a postura da oposição. “É claro que o governo pode, mas prefeituras não podem. Isso desequilibra contas”, disse.

Sobre o argumento do governo de que é preciso respeitar o acordo firmado com a s centrais sindicais, ACM Neto desqualificou a medida como pilar da discussão sobre o valor do aumento. “O congresso não foi consultado”, disse sobre o acordo entre centrais e governo. “O lugar adequado para discutir a regra de reajuste do salário mínimo é o Congresso”, disse.

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Paulo Pereira diz que ‘está difícil ganhar do governo’

qua, 16/02/11
por gpinheiro |
categoria Política

 

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, disse que será muito difícil derrubar a proposta do governo para o salário mínimo. “Não estou otimista. Está muito difícil ganhar do governo. Vamos trabalhar até o último momento. Mas não é uma batalha fácil.”

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Sindicalistas começam a chegar ao Congresso

qua, 16/02/11
por gpinheiro |
categoria Política

 

Cerca de 50 sindicalistas já estão no Salão Verde da Câmara para pressionar os deputados a votar na proposta de aumento do salário mínimo para R$ 560. A proposta do governo é de R$ 545. Do lado de fora do Congresso, vários sindicalistas se organizam em grupos para chegar à Câmara e acompanhar a votação na tarde desta quarta-feira (16).

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Deputados terão que apresentar voto nominal sobre mínimo

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria EconomiaPolítica

 

Os deputados federais terão que apresentar voto nominal sobre qual será o salário mínimo em 2011: R$ 545, R$ 560 ou R$ 600. A votação ocorre a partir das 13h desta quarta-feira (16). Um acordo entre o governo e a oposição prevê, além da análise do projeto do Executivo, a votação nominal de duas emendas. Uma do PSDB, que apresenta a proposta de R$ 600, e outra, do DEM, que busca o reajusta do mínimo para R$ 560.

Em uma votação é possível identificar os votantes e seus respectivos votos, ou apenas os votantes, no caso em que os votos devam permanecer secretos. Ela é o inverso da votação simbólica, na qual não há registro individual de votos.

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Entenda o debate sobre o novo salário mínimo

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria EconomiaPolítica

 

Governo federal, oposição e centrais sindicais defendem valores diferentes para o salário mínimo. O governo afirma defender um valor que não pressionará os gastos públicos e ajudará a conter a inflação. Os oposicionistas, que já na campanha eleitoral tinham a proposta de um valor de R$ 600, defendem que a proposta está abaixo das possibilidades do país. As centrais sindicais cobram uma valorização real, como ocorreu no período do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

No início do ano, o governo Dilma Rousseff aumentou o salário mínimo de R$ 510 para R$ 540. Após analisar os dados consolidados sobre a inflação, sugeriu ampliar o piso para R$ 545, reajuste de 6,86% em relação aos R$ 510 pagos em 2010. As centrais sindicais, no entanto, pleiteiam salário de R$ 560, enquanto que parte da oposição ainda defende salário mínimo de R$ 600. O governo federal diz que não é possível conceder aumento maior do que R$ 545.

Cálculo
Acordo assinado entre sindicalistas e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 criou uma política de valorização do mínimo que foi aplicada, mas não chegou a ser aprovada em lei pelo Congresso.

*A regra prevê correção pela inflação do ano anterior (pelo INPC) e pela variação do crescimento de economia (desempenho do Produto Interno Bruto) – índice que corresponde ao ganho real.

* Para o cálculo de 2011, a regra foi desfavorável aos trabalhadores porque o PIB de 2009 teve variação negativa, como resultado da crise financeira internacional.

* Pelo mesmo acordo, em 2012, a previsão é favorável. O aumento deverá ser próximo a 13%, com crescimento do PIB em 2010 estimado em 7,5% e inflação ao redor de 5% em 2011. Deve atingir R$ 616.

* Desde 2003, início do governo Lula, o mínimo teve aumento real (acima da inflação) de 57,3%, segundo a Fazenda. Valia R$ 200 no início de 2003 e fechou 2010 em R$ 510.

* Na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não havia uma política de valorização do mínimo. Em valores nominais, segundo o Dieese, o mínimo valia R$ 70 em 1995, terminando o mandato com R$ 200. Dados do atual governo indicam que na gestão FHC o mínimo teve aumento real de 44,7%.

(Com informações da Reuters)

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No Brasil, cinco estados têm salário mínimo diferente

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria EconomiaPolítica

 

Dois dos cinco estados que têm salários mínimos regionais enviaram às assembleias legislativas projetos de lei que aumentam os pisos locais para até R$ 630 – R$ 85 a mais do que o proposto pelo governo federal para o mínimo nacional. No Paraná, o mínimo já é de R$ 663, mas ainda não há previsão de qual será o reajuste.

Veja reportagem completa no G1

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PMDB discute estratégias para votação do salário mínimo

qua, 16/02/11
por G1 |
categoria EconomiaPolítica

 

Com a presença do vice-presidente Michel Temer, PMDB reúne a bancada no Congresso logo mais para discutir estratégias para a votação do salário mínimo que acontece na tarde desta quarta-feira (16).

A Câmara dos Deputados vota a partir das 13h o valor do salário mínimo de 2011. O projeto de lei encaminhado pelo governo à Câmara prevê um mínimo de R$ 545, mas as centrais sindicais, com o apoio do DEM e de parte da base aliada, defendem um valor maior, de R$ 560. A proposta do PSDB é de um mínimo de R$ 600.

A votação será o primeiro grande teste do governo Dilma na Câmara. A principal preocupação do governo é com o PDT, que tem como representante no governo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O líder do partido na Câmara, Paulo Pereira da Silva, que também preside a Força Sindical, insiste em um mínimo de R$ 560.

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‘Volto para casa com a sensação de dever cumprido’, diz Lula em São Bernardo

sáb, 01/01/11
por G1 |
categoria Política

 

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite deste sábado (1º), que deixa a Presidência com a sensação de “dever cumprido”. “Volto para casa com a cabeça erguida e a sensação de dever cumprido. Durante muitas décadas eu fui vítima de preconceito, e de muito preconceito”, disse Lula a uma plateia de admiradores e correligionários.

Lula discursou em São Bernardo do Campo (SP), seu berço político, onde foi recebido com festa após deixar Brasília, onde transmitiu o cargo para a presidente Dilma Rousseff.

“A partir de agora o Brasil é outro”, disse ele. O ex-presidente afirmou que, depois de 8 anos de governo, quer descansar por 20 dias para pensar no que quer fazer. Ele também disse que o fato de sair da Presidência não significa que vá sair da política. “Quando a Dilma me convocar, estarei sempre à disposição”, disse. Ele destacou que é com orgulho que deixa o mandato com aceitação maior do que no começo do governo.

No discurso, Lula teve sede e pediu água. Como a organização demorou a achar, ele brincou com sua nova condição de ex-mandatário do país. ”Quando eu era presidente, não costumava pedir água. Porque tinha sempre um copinho”, disse.

Quando afirmou que seria breve nas palavras desta noite, Lula justificou que as últimas semanas foram “sofridas, de choradeira, de emoções e de muitas lágrimas”. Disse, então, que não queria correr o risco de voltar a chorar.

O ex-presidente agradeceu ao senador José Sarney (PMDB), que participou do evento e foi alvo de vaias da plateia. Lula lembrou que há 4 anos Sarney disse que gostaria de levá-lo até a porta de seu apartamento, justamente o local onde aconteceu o evento.

“Descobri um homem de grande densidade humana e generoso. O que me trouxe aqui foram os caminhos da amizade e do reconhecimento”, disse Sarney.

Lula discursou por cerca de 12 minutos e terminou sua fala por volta das 23h20. O ex-presidente fez o percurso do palco até seu prédio, de cerca de 30 metros, cercado de admiradores .

(Darlan Alvarenga/G1)

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Lula chega a São Bernardo para discursar

sáb, 01/01/11
por G1 |
categoria Política

 

O ex-presidente, acompanhado de sua mulher Marisa e de José Sarney, subiu ao palco para discursar para uma multidão em São Bernardo do Campo (SP). A festa ocorre em frente ao apartamento dele.

Ele foi recebido com uma rápida queima de fogos de artifício e com o “Tema da Vitória”.

Uma orquestra de violeiros também homenageou Lula com uma versão de “Como é grande meu amor por você”, de Roberto Carlos. Lula cantou junto a música.

Sérgio Reis também compareceu e cantou “Menino da porteira” para o ex-presidente.


Lula é recebido no palco em São Bernanrdo do Campo (Foto:Reprodução)

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Família de Foz do Iguaçu tira foto com Lula no Hospital Sírio-Libanês

sáb, 01/01/11
por G1 |
categoria Política

 

Uma família de Foz do Iguaçu que visita um tio internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, encontrou Lula no elevador durante a visita do ex-presidente a José Alencar que está internado desde quarta-feira (22).

De acordo com Jamal Aboultaif, de 10 anos, o presidente disse que o “Corinthians vai ser campeão em 2011”.

A prima de Jamal, Dana Ghattas, de 14 anos, disse que ficou tão emocionada que não lembra o que conversou com o presidentes. “A gente pediu para tirar uma foto com ele, e ele topou”, disse.

Eles estavam acompanhados da irmã Daniela Ghattas, 8 anos e Sleiman Ghattas, de 13 anos.


Dana, Daniela, Jamal e  Sleiman com Lula (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

(Milene Rios/G1)

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Após visitar Alencar e Gushiken, Lula segue para São Bernardo

sáb, 01/01/11
por ligia.guimaraes |
categoria Política

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já deixou o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Além de visitar o ex-vice-presidente José Alencar, que está internado para tratamento de um câncer, Lula visitou Luiz Gushiken, que já foi braço direito do ex-presidente.

Lula já está a caminho de São Bernardo do Campo, onde é aguardado com festa.

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Ainda no Sírio, Lula visita Gushiken

sáb, 01/01/11
por ligia.guimaraes |
categoria Política

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva permaneceu cerca de 20 minutos no 11º andar do Hospital Sírio Libanês, onde está internado o ex-vice-presidente José Alencar.

Lula veio de Brasília depois da cerimônia de posse de Dilma Rousseff, especialmente para visitar Alencar, que não pôde participar da transmissão do cargo.

Depois do encontro, Lula subiu para o 13º andar do hospital, onde está internado Luiz Gushiken, que já foi braço direito do ex-presidente.

De lá, Lula seguirá para São Bernardo do Campo, seu berço político, onde é aguardado com festa.

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Dilma deixa coquetel e vai para a Granja do Torto

sáb, 01/01/11
por G1 |
categoria Política

 

A presidente Dilma Rousseff deixou o Itamaraty às 21h deste sábado (1º) em direção à Granja do Torto após oferecer um coquetel para chefes de Estado e delegações estrangeiras que compareceram às cerimônias de posse.

Cerca de 4 mil pessoas foram convidadas para a comemoração, entre elas ministros, parlamentares, governadores e familiares de Dilma. Leia a reportagem completa.

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Lula e Sarney chegam ao hospital para visita a Alencar

sáb, 01/01/11
por ligia.guimaraes |
categoria Política

 

Após entregar a faixa presidencial à Dilma Rousseff, neste sábado (1º), em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para visitar José Alencar. O ex-vice-presidente está internado desde a quarta-feira (22) por causa de uma hemorragia intensa. Ele está há anos em tratamento contra o câncer.

Lula embarcou em uma aeronave da FAB às 18h50 e chegou ao hospital de carro às 20h58.

O ex-presidente está acompanhado do presidente do Senado, José Sarney.

No início da tarde, o ex-vice-presidente conversou com os jornalistas e disse que se dependesse dele, iria à Brasília, mas a pedido de sua mulher resolveu não contrariar os médicos que passaram a semana descartando a possibilidade de Alencar participar da cerimônia de posse.

De acordo com boletim médico deste sábado, divulgado às 15h, o ex-vice-presidente permanece internado no quarto e “apresenta-se estável, com o sangramento intestinal controlado”.

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Lula já está em São Paulo e vai visitar Alencar

sáb, 01/01/11
por ligia.guimaraes |
categoria Política

 

Depois de uma despedida emocionada em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já está em São Paulo.

Ele chegou na noite deste sábado (1º) ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e está em um carro a caminho do Hospital Sírio Libanês.

Lula visitará o ex-vice-presidente da República José Alencar, que está internado e não pôde ir à festa da posse da presidente Dilma Rousseff.

Depois da visita o ex-presidente seguirá para São Bernardo do Campo, seu berço político, onde é aguardado com festa.

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Sobre REGINALDO GERMANO

Reginaldo da Silva Germano, nascido em 21 de Setembro de 1954, na Cidade do Rio de Janeiro, no Bairro de Acari, Casado pai de quatro filhos, Avô de seis netos, com formação superior incompleta, Radialista, Ex-Deputado Federal por dois mandatos, Pastor Evangélico, Fundador e Presidente da Igreja do Evangelho e do Amor de DEUS, situada na Rua Tonico de Pina, 440, Cidade de Anápolis, Estado de Goiás, Brasil.
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